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Entenda como funciona a Certificação Compulsória para Lâmpadas LED

Assim como as lâmpadas fluorescentes ofereceram economia diante das incandescentes, os novos modelos de LED prometem ainda mais vantagens, graças à tecnologia do diodo de emissor de luz que garante uma redução sem precedentes no consumo elétrico. As lâmpadas de LED ainda engatinham no mercado brasileiro, em parte devido à falta de uma certificação nacional para essa categoria.

Nesse sentido, o Inmetro, através do Instituto Falcão Bauer, trabalha para certificar os produtos — permitindo, assim, que o consumidor adquira algo com alta eficiência energética e qualidade garantida. Portanto, no post de hoje, vamos explicar como funciona o processo de certificação compulsória para lâmpadas de LED no Brasil. Continue a leitura!

A nova lei para lâmpadas de LED

Como estamos falando de uma tecnologia nova, é necessário que uma lei seja implantada de forma a garantir que todos os produtos — fabricados em território nacional ou não — estejam de acordo com os padrões definidos. A Portaria 144/2015 do Inmetro visa estabelecer esse critério, garantindo que fabricantes coloquem no mercado produtos de qualidade garantida. A certificação compulsória para lâmpadas de LED também visa integrá-las na mesma plataforma de lâmpadas comunsno padrão 127/220 de corrente contínua ou alternada — independentemente da cor e de outras subcategorias da tecnologia.

O processo de certificação

O processo de certificação das lâmpadas de LED é realizado por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) com atuação comprovada no Brasil. Esse é o caso do Instituto Falcão Bauer, OCP acreditado pelo Inmetro e responsável pela certificação das lâmpadas de LED em nosso país. O processo tem três etapas: documentação técnica, relatório de ensaios e auditoria na unidade Fabril, onde a linha de produção é avaliada.

A fabricação das lâmpadas de LED

Com fábricas do Brasil e do exterior suprindo o mercado nacional, a portaria dizia que todas elas possuíam um prazo de nove meses desde a data da publicação (março de 2015) para se enquadrarem aos novos padrões. Entretanto, apenas três empresas (Intral, Osram e Philips) conseguiram se adequar, o que influenciou o Inmetro a adiar por dois meses o prazo final.

O fornecimento e a adaptação ao comércio

De forma a abastecer o mercado com as novas lâmpadas de LED padronizadas, o Inmetro estabeleceu o prazo de 15 meses a partir da publicação. Dessa forma, a partir de junho de 2016, apenas produtos dentro da nova lei têm permissão para chegar às lojas.

Houve uma boa flexibilidade na hora de tratar de prazos com comerciantes do atacado e varejo com relação à nova lei. Grandes comércios possuem um prazo de 24 meses para adequarem seus produtos e venderem apenas lâmpadas certificadas, enquanto os pequenos e micro comerciantes possuem 30 meses. Isso ajuda na adaptação por parte dos lojistas, fazendo com que ninguém acumule produtos fora de conformidade com o Inmetro.

A importância da certificação

Para muitos, a certificação compulsória para lâmpadas de LED pode parecer mais uma situação de grande burocracia por parte do governo. Entretanto, graças ao processo, há a garantia de que o mercado todo irá se adaptar, além de colocar no mercado produtos com qualidade assegurada por organismos confiáveis de certificação. Após esse período de adaptação, fica muito mais fácil aproveitar todas as vantagens das lâmpadas de LED!

E então, você imaginava todo esse trabalho de certificação por parte do Inmetro? Já conhece os benefícios das lâmpadas LED? Tem outras dúvidas ou sugestões? Conte pra gente deixando seu comentário!