Ligue para nós

(62) 3254 8000

E-mail

falecom@eletroenergia.com.br

Veja 8 mitos e verdades sobre lâmpadas de LED

Atualmente, o Brasil está passando por uma grande crise energética provocada pela falta de chuvas, e consequente, diminuição dos reservatórios de água das usinas hidrelétricas. Isso fez com que o preço da energia elétrica no país sofresse um grande aumento, afetando a economia doméstica da população.

Nessas horas, a palavra de ordem é economizar, e uma das melhores formas de economizar energia é trocando as lâmpadas comuns por lâmpadas de LED. Acompanhe, neste artigo, 8 mitos e verdades sobre o LED!

O que é LED

LED é a sigla para light-emitting diode (ou diodo emissor de luz, em português). O diodo é um componente eletrônico que permite que a corrente elétrica passe somente em um sentido, como numa rua de mão única. O diodo foi descoberto em 1873, mas só em 1962 foi produzido o primeiro LED. Todos conhecemos muito bem um LED. Aquela luzinha que fica acesa quando desligamos a TV, por exemplo, é um LED.

Inicialmente só existia o LED vermelho, de baixa intensidade luminosa. Depois vieram as cores amarela (final dos anos 60), verde (1975). Nos anos 80, o LED vermelho atingiu maior intensidade luminosa, permitindo o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva.

Em 1993 foi criado o LED azul, cor necessária para produzir luz branca quando combinadas com a vermelha e verde. O LED azul rendeu o Nobel da Física para seus criadores, principalmente por sua utilidade. A tela do seu smartphone utiliza os três tipos de LED. Já há no mercado LEDs que emitem luz branca, mas a combinação de cores é mais barata e acessível.

Mitos e verdades sobre o LED

Lâmpada de LED não esquenta

MITO: A luz emitida pelo LED não tem características de raios que provocam aquecimento, mas os LED, sendo em equipamentos em que há passagem de corrente elétrica, apresentam resistência elétrica e por isso esquentam. Mas este calor é pequeno quando comparado àquele das antigas lâmpadas incandescentes, ou mesmo as fluorescentes, e é dissipado ao ambiente por meio de dissipadores térmicos, permitindo que a temperatura fique dentro dos limites especificados pelo fabricante. Isso também contribui para o aumento da sua vida útil.

É preciso adaptadores para ligar as lâmpadas de LED

MITO: Existem vários modelos no padrão brasileiro E27 – soquete típico da antiga lâmpada incandescente -, mas há outros modelos que necessitam de adaptação. A maioria dos fabricantes já têm disponibilizado no mercado lâmpadas de LED que encaixam em soquetes, como os das antigas incandescentes ou mesmo fluorescentes sem nenhuma adaptação, dispensando, na substituição de fluorescentes, inclusive o uso do reator eletrônico.

LEDs não queimam

MITO: Se houver sobretensão ou aumento de temperatura, o LED pode queimar. Em condições normais de operação sua intensidade luminosa vai caindo com o tempo, podendo até mesmo, deixar de emitir luz. O LED tem vida útil de 20 a 50 mil horas, e depois deste tempo, há perda de cerca de 30% na luminosidade.

A lâmpada de LED é mais cara

VERDADE: A diferença de preço de uma lâmpada LED para sua equivalente fluorescente, pode ser mais de 100%, mas sua economia pode chegar a 90% ao ano na sua conta de luz. Como visto acima, as lâmpadas LED tem durabilidade excepcionalmente maior, fazendo o investimento valer a pena no médio e longo prazo.

LEDs deixam as pessoas cegas

MITO: A luz emitida por uma lâmpada comercial de LED não faz mal à retina só pelo fato de ser uma luz de LED, a não ser que ela seja usada de forma completamente irresponsável. Para que os efeitos da luz de LED conseguisse prejudicar as células da retina humana, elas deveriam ficar submetidas a uma densidade de luz de 5 W por cm², durante 12 horas. Isso equivale a olhar para uma lâmpada de 100 W, a uma distância de aproximadamente 10 centímetros de polegadas de distância, durante 12 horas. Qualquer tipo de luz nessa intensidade e duração provavelmente danificaria a retina de qualquer pessoa, e essa é uma das razões pelas quais os pais dizem às crianças para não olharem diretamente para o sol.

LED não tem brilho suficiente e é uma luz de má qualidade

MITO: Isso já foi verdade no passado, quando os LEDs para finalidades de iluminação que, de fato, estavam em desenvolvimento. Atualmente, essa afirmação pode ser facilmente desbancada apenas com a observação de algumas especificações técnicas, como a de que LED têm temperaturas de cor que variam de 2500K (branco quente) para 6500K (luz do dia).

Para facilitar a comparação, considere que as lâmpadas incandescentes tem um fator, chamado de índice de reprodução de cores (IRC) de 100, por definição. Por sua vez, os valores de IRC para lâmpadas de vapor de sódio de baixa pressão, é de 44. Já o IRC para lâmpadas de vapor de mercúrio é de 49. Para as lâmpadas fluorescentes tri-fósforo, o IRC é de 73. Os LEDs usados comercialmente tem IRC em torno de 85, sendo os LEDs muito brilhantes, adequados para serem usados nas sinalizações de trânsito, uma vez que devem ser visíveis inclusive sob a luz do sol brilhante.

Engenheiros de trânsito e fabricantes de automóveis também utilizam LED no farol dos veículos e luzes traseiras, e também para iluminar túneis e estradas. LEDs também são usados para iluminar salas de edifícios inteiros.

LED só ilumina áreas pequenas

MITO: Já existe no mercado a tecnologia power LED, com produtos emissores de robustos feixes de luz, que estão sendo usado em galpões, ginásios, igrejas, estádios de futebol, estacionamentos e auditórios.

Lâmpadas de LED são mais eficientes do que as outras

VERDADE: A eficiência do LED em transformar-se em energia elétrica é de mais de 95%. Comparando com uma lâmpada incandescente, como referência, apenas 5% da energia elétrica é convertida em luz, sendo o restante da energia dissipada em perdas por calor.

Depois de saber dos mitos e verdades sobre as lâmpadas de LED, você se convenceu das vantagens de seu uso? Então não deixe de conferir os 5 benefícios da iluminação automatizada para a sua casa!