BLOG

eletro@thiago

Equivalência de lâmpadas: qual a luminosidade das lâmpadas de LED?

Equivalência de lâmpadas: qual a luminosidade das lâmpadas de LED?

As lâmpadas de LED surgiram no mercado com grandes diferenciais em relação aos demais tipos de iluminação, especialmente a economia de energia.

Entretanto, muita gente ainda tem dúvidas em alguns pontos como características e especificações técnicas, capacidade de economizar energia e custo-benefício – o fator mais importante e que pode influenciar diretamente a compra, já que elas tendem a ser mais caras que os demais produtos.

Se ainda tem dúvidas sobre as lâmpadas de LED e quer saber mais sobre elas antes de fazer a mudança em casa, este post é perfeito para você! Acompanhe todas as nossas dicas e informações para escolher com consciência e corretamente.

Como funcionam as lâmpadas de LED?

Assim como a tecnologia evoluiu e passamos dos grandes computadores pessoais para os atuais notebooks, tablets e até mesmo smartphones, as lâmpadas também passaram por uma evolução ao longo dos anos.

Apesar de serem itens tão comuns e essenciais no nosso dia a dia, muitas vezes não as enxergamos como alvos da modernização e de novos experimentos que, um dia, poderão possibilitar mais conforto para todos.

Na época das luzes incandescentes a escolha era muito mais fácil. Ela se limitava àquela que traria maior iluminação para os ambientes. Ou seja, a que emitia a maior quantidade de watts (W) quando ligada era a que iluminava melhor.

Hoje, felizmente, não é mais assim. A tecnologia do LED utiliza o conceito de fluxo luminoso, ou lúmen (Lm), que é a unidade de medida de luz emitida por uma determinada lâmpada. Deste modo, o que importa agora não é simplesmente a quantidade de watts e sim a quantidade de lúmens emitidos por cada watt consumido (Lm/W).

Qual é a equivalência de lâmpadas?

Levando em conta a explicação do tópico anterior, podemos comparar as diferentes equivalências entre os tipos de lâmpada existentes.

Uma lâmpada incandescente de 20W equivale a uma LED de 2W, com emissão de 50-80 lúmens. Já para as fluorescentes, se tomarmos como exemplo uma de 12W, será equivalente a uma de 6W de LED, com emissão de 390-550 lúmens e uma de 50W das incandescentes.

Na hora de comprar uma lâmpada de LED, portanto, não basta verificar qual a potência informada. O consumidor precisa estar atento ao fluxo luminoso indicado no verso da embalagem para comparar com os concorrentes. Sem essa informação, o item não deve nem chegar às prateleiras, pois ela é obrigatória pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

Quais os tipos de lâmpadas de LED?

Outra informação importante que o usuário deve saber antes de fazer a compra é a respeito do tipo de lâmpadas de LED presentes no mercado. São dois modelos:

  • baixa potência: mais utilizadas para sinalizações e decorações, ou seja, são aplicadas em locais que exigem pouca luminosidade;
  • alta potência: por emitirem mais luz, são indicadas para ambientes que precisam de maior luminosidade, podendo iluminar áreas internas da casa.

Logo, para quem está pensando em mudar para o LED em casa, ou mesmo no escritório, a compra certa é de lâmpadas de alta potência. Mas elas podem ainda variar conforme seu foco luminoso:

  • não-direcionais: possuem função similar às lâmpadas incandescentes, pois são indicadas para iluminação em geral. Seu foco é aberto, possibilitando a distribuição da luz em todo o ambiente;
  • direcionais: o facho de luz forma um cone com ângulo de 120° direcionado por um refletor dentro da lâmpada. É perfeita para luminárias e spots.

Assim como as lâmpadas fluorescentes, as de LED também variam de acordo com a temperatura da cor. Isso significa que existem diferentes tonalidades de luz que devem ser aplicadas de acordo com a função do ambiente, mas não há relação com a emissão de calor da peça.

Três temperaturas de cor estão disponíveis no mercado:

  • quente ou morna: emite um tom amarelo-alaranjado, semelhante ao das lâmpadas incandescentes, porém, com maior capacidade luminosa. Por ser mais suave, é indicada para quartos, salas e outros lugares de descanso;
  • neutra ou intermediária: como o nome sugere, possui iluminação neutra e, por isso, é ideal para escritórios, ateliês e outros espaços de trabalho;
  • fria: emite um tom branco-azulado, sendo a melhor pedida para os ambientes que precisam de ampla iluminação, seja para trabalho ou para não deixar a sujeira passar despercebida, como banheiros, cozinhas e áreas de serviço.

Além de todas essas possibilidades, antes de fazer sua compra, você deve identificar a compatibilidade com a rede elétrica de sua casa, pois existem quatro tipos de voltagem no mercado: 12 volts (ideal para luminárias), 127 volts, 220 volts ou bivolt. Preste atenção nesse item na embalagem para não ter acidentes.

E a economia de energia?

Em tempos de crise energética, é fácil perceber o quanto as lâmpadas de LED são capazes de economizar, tornando-as uma vantagem não só para o bolso, mas também para o meio ambiente.

Elas possuem alta durabilidade, podendo chegar a mais de 17 anos de uso, se considerada uma utilização de 8 horas por dia. Um dos fatores que possibilita isso é a falta de um reator em sua composição. Assim, toda a energia consumida é transformada em luz e não há geração de calor, como no caso das lâmpadas incandescentes e fluorescentes.

Podemos ainda comparar o LED com as lâmpadas fluorescentes por conta da produção de luz. As mais antigas demoram um certo tempo para alcançar um bom nível de iluminação, enquanto as mais modernas alcançam seu potencial completo assim que são acendidas.

Fora isso, as fluorescentes possuem mercúrio em sua composição, elemento que apresenta alto risco para o meio ambiente, especialmente pela dificuldade de realizar um descarte consciente. Já as de LED não apresentam problemas ambientais, podendo até ser utilizadas em ambientes com vegetação.

As lâmpadas de LED representam visivelmente uma economia de energia em relação às demais. Apesar de serem mais caras que as fluorescentes, valem o investimento a partir do momento que consideramos durabilidade, baixo custo de manutenção e economia de energia. Ou seja, um excelente custo-benefício a médio e longo prazo.

Como planejar a troca para lâmpadas de LED?

Por ter um custo um pouco mais alto, existem duas opções para quem quer mudar as lâmpadas de casa por LED.

Você pode fazer um investimento inicial mais alto e trocar a iluminação de todos os cômodos de uma vez só. É uma boa opção para quem pode arcar com essa despesa ou mesmo para quem já está fazendo esse planejamento financeiro, pois só voltará a gastar com lâmpadas muitos anos depois.

Como esse não é o caso da maioria das pessoas, que podem fazer investimentos pontuais, a recomendação é começar a troca pelos cômodos mais utilizados. Assim, você garante uma economia inicial imediata e pode, aos poucos, comprar as demais lâmpadas.

Viu como as lâmpadas de LED são uma excelente opção para sua casa? Deixe seu comentário aqui no artigo para contar suas experiências e também para tirar as suas dúvidas.

Posts recentes

Áreas de Atuação

IMAGEM DE PROPAGANDA